Aprendizado Espírita
Textos e ferramentas para aprender e divulgar o Espiritismo
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05/01/2016 21h44
K - TCE - TRABALHADORES DA CASA ESPÍRITA

A tarefa da unificação é paulatina; a tarefa da união é imediata, enquanto a tarefa do trabalho é incessante, porque jamais terminaremos o serviço, desde que somos servos imperfeitos, e fazemos apenas a parte que nos é confiada.

(BEZERRA DE MENEZES. Mensagem psicofônica por Divaldo Franco, em 1975)


SUMÁRIO

APRENDIZADO ESPÍRITA

CAPÍTULO I - TRABALHADORES DA CASA ESPÍRITA

MÓDULOS VINCULADOS

​LINKOTECA

VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

BIBLIOGRAFIA


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

  • SABER DOUTRINÁRIO ESPÍRITA, a
  • GESTÃO DO CONHECIMENTO ESPÍRITA e a
  • ESTRUTURA DESTE SITE,​​​ clique (aqui)

Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - TRABALHADORES DA CASA ESPÍRITA

Cabe a nós, aos verdadeiros espíritas, aos que veem no Espiritismo algo além de experiências mais ou menos curiosas, fazê-lo compreendido e espalhado, tanto pregando pelo exemplo, quanto pela palavra. (A. Kardec, Viagem 1860, a Lyon)

(...) a principal fonte do progresso das ideias espíritas está na satisfação que proporcionam a todos que as aprofundam, e que nelas veem algo mais do que um simples passatempo. (Allan Kardec, RS janeiro/1860)

Por princípio, deve-se desconfiar dos entusiasmos demasiados febris, são quase sempre fogo de palha ou simulacros, ardores ocasionais (A. Kardec, Obras Póstumas, Os desertores)


Introdução

É Allan Kardec quem diz sobre as pessoas com quem deve contar aquele(s) que quer(em) organizar um Centro Espírita: — assegure-se do concurso de alguns adeptos sinceros, que levem a doutrina a sério e cujo caráter conciliatório e benevolente seja conhecido. (ALLAN KARDEC. Revista Espírita 1861)

Esse perfil do trabalhador espírita traçado por Kardec nos parece ainda inteiramente válido, e será com base nele e nas citações do Codificador que abrem este tópico que vamos organizar os temas desta Seção.

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Os frequentadores do Centro Espírita

Conhecer as pessoas que buscam a Casa Espírita é fundamental para quem trabalha nas atividades do centro, pois o perfil dos frequentadores é que vai orientar os serviços que serão prestados, em termos de variedade, quantidade e qualidade.


Baseado parcialmente em Gabriel Salum

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Trabalhadores da Casa Espírita

A Educação não tem por finalidade transmitir conhecimentos, mas preparar o educando para a aquisição de conhecimentos. O que se passa na reencarnação é precisamente isso. Podemos aprender muito numa existência, mas não são os conhecimentos formais que interessam ao Espírito, e sim o seu treinamento no aprendizado que desperta as suas faculdades cognitivas, a sua capacidade de aprender. Cada encarnação predispõe o Espírito a assimilar conhecimentos mais avançados na seguinte. Por isso é que não nascemos com a cabeça cheia de dados e informações, mas aparelhada com as intuições que nos determinam a vocação e a habilidade para diversos setores de atividades.

HERCULANO PIRES. Nota ao item III, 9 de "O Céu e o Inferno", edição Lake


Indicadores de qualidade (avaliação e autoavaliação)

  • Assiduidade e pontualidade nas tarefas
  • Boa vontade nas iniciativas
  • Aplicação no estudo da codificação e demais obras auxiliares
  • Esforço continuado em superar as más inclinações
  • Empenho em melhorar as relações interpessoais
  • Grau de satisfação pessoal na realização da tarefa
  • Consciência da importância da tarefa para o bom funcionamento do Centro como um todo e percepção de sua relação com as demais tarefas existentes
  • Conhecimento dos objetivos do departamento ou setor em que trabalha

(Cezar Braga Said. Centro Espírita – Tendências e Tendenciosiades)

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Críticas na Casa Espírita

 Não acrediteis em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo; não acrediteis em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes; aquilo, porém, que se enquadrar na vossa razão, e depois de minucioso estudo for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e a de todas as outras coisas vivas — a isso aceitai como verdade, e daí pautai vossa conduta.
(BUDA)


Os trabalhadores da Casa Espírita precisam ter bastante claras algumas questões sobre critica. 

Vejamos. A etimologia de crítica é o grego kritiké = arte de julgar. Mas, muitas vezes se associa a crítica com atitude negativa que procura denegrir sistematicamente as opiniões ou as ações de outras pessoas. Na Filosofia, no entanto, possui o sentido de exame de valor.

A doutrina espírita é de caráter analítico, crítico por excelência. Kardec jamais aceitou uma resposta dos Espíritos sem fazer-lhe a crítica, isto é, a análise. Criticar não é só demolir, mas analisar, discutir, discordar, quando necessário, com nobreza. (Divaldo Franco)

Para criticar é necessário poder opor raciocínio a raciocínio, prova a prova. Será isto possível, sem conhecimento aprofundado do assunto de que se trata? (Allan Kardec)

Mas tanto é preciso saber quando, porquê e como criticar, como também aceitar a crítica, quando justa e fundamentada. Assim, é preciso separar: CRÍTICA MAL DIRECIONADA  X  CRÍTICA MAL ACEITA. A primeira é sem base nos fatos e injusta; a segunda, é justa e verdadeira, mas mal recebida, seja por vaidade, personalismo ou autoritarismo.

Assim, nos parece que o conceito-chave para analisar, discutir, discordar, é o de assertividade, que significa a habilidade para comunicar sentimentos, desejos, necessidades, pensamentos e opiniões, de forma aberta e honesta, usando os limites dos próprios direitos e sem afetar o direito dos outros.

E, por fim, vale assinalar este ensinamento de Renê Franzolin:

O relacionamento interpessoal também faz parte do trabalho contínuo de autoaprimoramento. Isso, entre outras coisas, quer dizer:

  • O esforço diário para ser sincero sem ofender
  • Ser amigável sem ser íntimo,
  • Ser objetivo, sem agressividade,
  • Ser humilde, sem ser submisso
  • Ser interessado sem exagerar, e
  • Ser cauteloso sem ser omisso

​VEJA TAMBÉM:

  • Debates doutrinários  - R. I. Franzolin (aqui)

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Tábua de assuntos

  • As tarefas do Centro Espírita
  • Colaboradores, trabalhadores, tarefeiros, voluntários
  • Capacitação de tarefeiros
  • Relações humanas nos Centros Espíritas
  • Humanização do Centro Espírita

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MÓDULOS VINCULADOS

Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Os módulos vinculados a esta Seção K - TRABALHADORES DA CASA ESPÍRITA (TCE) estão nos links abaixo.


K1 - MÓDULO O trabalho de um grupo espírita

Instrutor Guima

O Módulo K1 - O TRABALHO DE UM GRUPO ESPÍRITA traz o resumo escrito de uma palestra de Herculano Pires,  proferida em 19 de outubro de 1974. (aqui)

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K2 - MÓDULO Disciplina fraterna

Instrutor Guima

O Módulo K2 - DISCIPLINA FRATERNA traz um texto de Herculano Pires, extraido de seu livro "O Centro Espírita" (aqui)

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LINKOTECA

  • Curso Internacional de Capacitação do Trabalhador Espírita (aqui)
  • Preparação de Trabalhadores para as Atividades Espíritas (aqui)
  • 14o. Encontro de Dirigentes e Trabalhadores Espíritas (GEBM) (aqui)
  • Textos de Apoio destinados à Preparação de Trabalhadores para as Atividades Espíritas - FEB (aqui)
  • Relaçoes humanas no centro espírita. Xerxes P. de Luna (aqui)
  • As relações humanas no centro espírita. Mozart da Cunha Leite (aqui)
  • A relação interpessoal nos trabalhos da casa espírita - II - (aqui)
  • Relações humanas no Centro Espírita - Apresentação PPT (aqui)
  • Voluntário da Educação Espírita - Entrevista Rita Foelker (aqui)
  • Centro Espírita - Universidade da Alma - Sergio Biagi Gregório (aqui)
  • Ser Espírita - Sílvio Seno Shibeni (aqui)

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VIDEOTECA

  • Paulo, o Modelo do Trabalhador Espirita - Parte 1 e 2 - Haroldo Dutra Dias (aqui) e (aqui)
  • Influências sutis, obsessão e os trabalhadores espíritas - Sérgio Lopes (aqui)

BIBLIOTECA DIGITAL

  • Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

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BIBLIOGRAFIA

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h44

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